A Andorinha
Yanyan
Prefácio: Yanyan é um poema em que a Duquesa Zhuang de Wei se despede de sua concubina que retorna à casa natal.
As andorinhas voam aos pares, suas penas desiguais.
Esta senhora volta à casa de seus pais, acompanho-a até o campo distante.
Olho até não mais vê-la, minhas lágrimas caem como chuva.
As andorinhas voam aos pares, ora sobem, ora descem.
Esta senhora volta à casa de seus pais, vou ao longe despedi-la.
Olho até não mais vê-la, fico em pé por muito tempo a chorar.
As andorinhas voam aos pares, seus cantos, ora altos, ora baixos, soam diferentes.
Esta senhora volta à casa de seus pais, acompanho-a até o sul distante.
Olho até não mais vê-la, verdadeiramente meu coração se entristece.
A irmã mais nova (segunda irmã) é verdadeiramente nobre e confiável, seu coração é pleno e profundo.
É ao mesmo tempo gentil e dócil, bondosa e prudente em si mesma.
Recordo a bondade do falecido senhor (Duque Zhuang de Wei), para com isso confortar a mim, este solitário.
Yanyan tem quatro estrofes, cada estrofe com seis versos.
