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Ares dos Estados

Barco de Cipreste

Capítulo 45

Prefácio: “O Barco de Cipreste” é um poema em que Gong Jiang jura por si mesma manter a castidade. O herdeiro do estado de Wei, Gong Bo, morreu cedo. Sua esposa manteve-se fiel aos princípios. Os pais dela queriam forçá-la a casar-se novamente, mas ela jurou não consentir. Assim, compôs este poema para dissuadir os pais de seus intentos.

Aquele barco de cipreste flutua à deriva,

Flutua à deriva no meio do rio.

Aquele jovem de têmporas pendentes,

É de fato meu bom par.

Jurei até a morte não ter segundo coração.

Mãe, oh céus, não compreendeis,

Não compreendeis a pessoa!

Aquele barco de cipreste flutua à deriva,

Flutua à deriva junto à margem do rio.

Aquele jovem de têmporas pendentes,

É de fato meu bom consorte.

Jurei até a morte não mudar de coração.

Mãe, oh céus, não compreendeis,

Não compreendeis a pessoa!

“O Barco de Cipreste” tem dois capítulos, cada um com sete versos.