Barco de Cipreste
Prefácio: “O Barco de Cipreste” é um poema em que Gong Jiang jura por si mesma manter a castidade. O herdeiro do estado de Wei, Gong Bo, morreu cedo. Sua esposa manteve-se fiel aos princípios. Os pais dela queriam forçá-la a casar-se novamente, mas ela jurou não consentir. Assim, compôs este poema para dissuadir os pais de seus intentos.
Aquele barco de cipreste flutua à deriva,
Flutua à deriva no meio do rio.
Aquele jovem de têmporas pendentes,
É de fato meu bom par.
Jurei até a morte não ter segundo coração.
Mãe, oh céus, não compreendeis,
Não compreendeis a pessoa!
Aquele barco de cipreste flutua à deriva,
Flutua à deriva junto à margem do rio.
Aquele jovem de têmporas pendentes,
É de fato meu bom consorte.
Jurei até a morte não mudar de coração.
Mãe, oh céus, não compreendeis,
Não compreendeis a pessoa!
“O Barco de Cipreste” tem dois capítulos, cada um com sete versos.
